O que os processos trabalhistas estão revelando sobre a rotina dos motoristas
- Kleiton Filhinho

- 23 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Nos últimos anos, os processos trabalhistas contra empresas de transporte dispararam. E quando se analisa os autos, uma realidade desconfortável aparece: não se trata apenas de “motorista insatisfeito” ou “reclamação pontual”.
Esses processos estão revelando o que realmente acontece nas estradas, nas filiais e nos bastidores da operação — e cada linha de audiência é um reflexo da rotina mal controlada de motoristas.
Se você acha que o problema é apenas “o custo do diesel” ou “o aumento do pedágio”, prepare-se: os tribunais estão mostrando outra verdade, e ela pode estar mais perto do que você imagina.
1. A verdade por trás dos processos trabalhistas
Nos autos, repete-se um padrão:
Horas extras não registradas corretamente
Intervalos suprimidos ou mal anotados
Descanso semanal controlado apenas “de boca”
Marcação de ponto falha, incoerente com a realidade
Ou seja: as empresas não perdem ações porque não pagam, mas porque não conseguem provar que controlaram.
No papel, tudo parece correto. Mas, na prática, o juiz olha os rastreadores, as notas fiscais de carga, os horários de portaria — e descobre que o motorista trabalhou bem além do que o sistema oficial registrava.
2. O que isso revela sobre a rotina dos motoristas
Essas ações expõem um fato duro: a jornada real dos motoristas é diferente da jornada registrada.
Isso acontece porque:
Motorista esquece de marcar o ponto.
O sistema usado pela empresa não funciona offline e falha na estrada.
Não há integração entre marcações e rastreador, gerando “furos” fáceis de contestar.
E aí surge o problema: a lei considera a realidade, não o que está no sistema.
3. O impacto para a empresa
Esse desalinhamento gera:
Passivos trabalhistas milionários
Perda de credibilidade na justiça (juízes enxergam que a gestão não controla de fato)
Desgaste com motoristas (que se sentem explorados ou desassistidos)
Cada processo é um alerta de que a operação não está sendo registrada como deveria.
4. O caminho para virar esse jogo
O que os tribunais estão cobrando não é luxo: é prova confiável da jornada.
E aqui entra a solução prática:
Marcações offline: porque a estrada não tem 4G em todo lugar.
Eventos de jornada personalizáveis: cada tipo de operação tem sua lógica, e o sistema precisa acompanhar isso.
Integração com rastreador: a linha do tempo do veículo confirma se a marcação foi feita no momento certo.
Relatórios inteligentes: que mostram, de forma clara, quando existe risco de inconsistência.
É essa soma de fatores que tira a empresa da defensiva nos tribunais e coloca a gestão no controle.
5. Conclusão
Os processos trabalhistas não estão apenas condenando empresas — eles estão revelando a verdade sobre como as jornadas são (ou não são) geridas no transporte.
A pergunta que fica é: quando o próximo processo bater na sua porta, a sua empresa terá como provar que controlou de verdade?
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