O Desligamento Adequado do Empregado como Prevenção de Passivo Judicial


O Desligamento Adequado do Empregado como Prevenção de Passivo Judicial

Saudações caros leitores, hoje iremos novamente compartilhar um interessantíssimo texto escrito pela Doutora Gisele Mancuso, Advogada especialista em prevenção de riscos trabalhistas.

 

Costumo dizer que a maior parte das ações trabalhistas são motivadas pela mágoa. Sim. Tudo começa com um tratamento inadequado no curso do contrato, seja pela ausência de recursos ou informações ou pelo despreparo dos gestores, o que também pode ocorrer no momento do desligamento do empregado.

Funcionário com dúvidas e sem tratamento adequado é o maior passivo trabalhista que uma empresa pode ter. A falta de clareza, de atendimento e de transparência por parte de setores como o Departamento Pessoal, do RH e da Liderança é algo que devemos nos debruçar para entender quais dificuldades podem estar travando uma comunicação mais adequada. Tem solução!

Implantar processos e fluxos para cada situação cotidiana de uma empresa, inclusive no que diz respeito ao desligamento do empregado é essencial para mantermos o diálogo aberto e a gestão sempre à vista de todos. Neste sentido, as entrevistas de desligamento podem ser exploradas com o objetivo de entender os pontos de melhoria e criar indicadores para facilitar um melhor gerenciamento de pessoas.

O desligamento é um dos processos mais árduos, tanto para o gestor, o RH e especialmente para aquele que é dispensado. Portanto, ter etapas bem fundamentadas e pessoas da linha de frente capacitadas diz muito sobre como sua empresa poderá estar na vanguarda no que diz respeito à humanização deste processo e diz mais ainda sobre o índice de passivo judicial que almejamos reduzir ou neutralizar.

Empregado desligado de forma que deixei de atender a sua dignidade como pessoa, importa em muitas vezes em processo trabalhista. E por mais atenta que a Empresa esteja à legislação, não há como fugir de determinadas obrigações que não estão descritas expressamente na lei, mas que devem fazer parte da organização e do meio ambiente do trabalho saudável.

Por isso, sempre recomendo que as empresas mapeiem seu público, e isso também tem a ver com o seguimento econômico e profissional e estabeleçam assim, conexões com profissionais que possam auxiliar nos processos de levantamento de necessidades de ajustes e regularização, inclusive no que toca ao processo de desligamento dos empregados.

Seguir processos e ter pessoas capacitadas e devidamente alinhadas ao propósito da companhia, pode não apenas multiplicar resultados mas em especial, conter passivos judiciais de alta relevância para os resultados e sustentabilidade da empresa.

Lembre-se sempre que o outro é um ser humano, e que o tratamento digno deve ser a regra!

 

E por falar em clareza nas informações, o controle de jornada dos motoristas na sua empresa é simples, sucinto e claro aos motoristas e a todos os envolvidos no processo? Um controle de jornada confuso e complicado, além de gerar diversas dúvidas para os profissionais, também pode se tornar um grande problema jurídico futuro. É por isso que o sistema Boreal é unanimemente considerado pelos usuários o mais simples e completo ao mesmo tempo.

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